Humorístico comandado por Carlos Alberto de Nóbrega recebe Maurício Manfrini com Paulinho Gogó e traz Alexandre Porpetone como 'Calvão Bueno' nesta quinta-feira (25).
Por Jean Chambre — São Paulo
25/06/2026 20h28 — Atualizado há alguns segundos
A noite desta quinta-feira, 25 de junho de 2026, reserva um cardápio de peso para os fãs do humor tradicional na televisão aberta. O SBT confirmou que o banco de “A Praça é Nossa” será o cenário para o retorno do ator e comediante Marco Luque, além de acionar quadros satíricos sintonizados com o principal assunto do momento: o mercado da bola e a Copa do Mundo.
Sob o comando do veterano Carlos Alberto de Nóbrega, a atração — que vai ao ar a partir das 23h (de Brasília) — recebe Luque com um de seus tipos de maior engajamento digital e televisivo, o rústico-filosófico Mustafary.
O personagem, conhecido por seu visual hippie-alternativo e por sua forma peculiar e descontraída de enxergar a sociedade e a natureza, promete armar um embate cômico de gerações ao dividir os pensamentos com o apresentador da praça.
Futebol e paródia da voz do Mundial
Aproveitando o forte momento de audiência que o SBT vem registrando com a transmissão dos jogos da Copa do Mundo FIFA 2026 e o retorno histórico de Galvão Bueno às suas telas, a produção do programa preparou uma esquete temática liderada pelo comediante Alexandre Porpetone.
O humorista entra em cena caracterizado como “Calvão Bueno”, uma paródia escrachada do principal locutor esportivo do país. A engenharia do quadro simula uma cabine de transmissão de futebol caótica, onde o personagem recebe sósias inspirados nos principais craques do futebol global e dispara comentários improváveis e jargões malucos que brincam com a febre do torneio de seleções.
Retorno de Paulinho Gogó e manutenção da grade
Outro ponto central da edição desta quinta é a participação de Maurício Manfrini, que retorna ao banco da Praça para reviver o malandro Paulinho Gogó. O contador de causos carioca chega munido de um novo pacote de histórias inusitadas, confusões de bairro e as clássicas gírias de subúrbio que o consagraram como um dos maiores fenômenos de audiência do programa na última década.
A direção de programação do SBT avalia que a mistura entre personagens clássicos resgatados e a agilidade da sátira factual sobre a Copa do Mundo serve como uma engrenagem tática perfeita para reter o público que acompanha a grade noturna da emissora, consolidando a vice-liderança isolada nas quintas-feiras.
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