O JOGO (DURO) DO AMOR estreia em São Paulo com comédia sobre dinheiro e relacionamentos

 


Com Ingrid Gaigher e Gabriel Godoy, peça de Michelle Ferreira chega ao Teatro Villa-Lobos em novembro e propõe uma reflexão bem-humorada sobre as escolhas financeiras da vida a dois.

Amor, dinheiro e ambição se encontram em O JOGO (DURO) DO AMOR, comédia escrita por Michelle Ferreira que transforma os dilemas financeiros de um casal em uma disputa repleta de humor, reviravoltas e decisões difíceis. A montagem estreia em São Paulo no dia 12 de novembro, no Teatro Villa-Lobos, onde fica em cartaz até 20 de dezembro.

Na história, Boni e Tino, interpretados por Ingrid Gaigher e Gabriel Godoy, se conhecem de maneira inusitada e embarcam na aventura de construir uma vida juntos. Ambiciosos e cheios de sonhos, os dois precisam conciliar desejos pessoais, prioridades e expectativas para o futuro enquanto enfrentam os desafios financeiros que surgem ao longo da relação.

Um jogo entre amor, ambição e dinheiro

No palco, os protagonistas participam de um jogo arriscado, conduzido por um juiz excêntrico. Ao longo da partida, os personagens alternam entre aliados e adversários, enfrentando desafios emocionais e financeiros que podem mudar o rumo de suas vidas.

A estrutura da peça se inspira em um grande jogo de tabuleiro, no qual cada etapa do relacionamento apresenta novas possibilidades e obstáculos. Entre situações cômicas e momentos emocionantes, Boni e Tino precisam tomar decisões que colocam à prova seus valores e a forma como enxergam o futuro a dois.

A montagem aborda questões presentes na vida contemporânea: como dividir as responsabilidades financeiras? Até que ponto os sonhos individuais podem coexistir com um projeto de casal? O dinheiro aproxima ou afasta as pessoas?

A peça também questiona o significado de uma vida bem-sucedida e propõe uma reflexão sobre parceria, escolhas e objetivos compartilhados. Afinal, quando duas pessoas decidem construir uma história juntas, é possível vencer sozinho?

Produção e ficha técnica

A montagem é apresentada pelo Ministério da Cultura e pelo Nubank, com produção e realização da Businessland, do Instituto Nu e do Governo do Brasil.

A dramaturgia é assinada por Michelle Ferreira, com direção geral de Bruno Guida e codireção de Erica Montanheiro. A equipe criativa reúne ainda profissionais responsáveis pela iluminação, trilha sonora, figurino e cenografia.

Ficha técnica

  • Dramaturgia: Michelle Ferreira

  • Direção geral: Bruno Guida

  • Codireção: Erica Montanheiro

  • Direção de produção: Renata Alvim

  • Desenho de luz: Tulio Pezzoni

  • Desenho de som e trilha original: Daniel Maia

  • Figurino: Theodoro Cochrane

  • Cenário: Natalia Lana

  • Concepção original: Gustavo Teixeira Henriques

  • Direção executiva: Andrea Flores e Marcelo Flores

  • Realização e produção: Businessland

Serviço: O JOGO (DURO) DO AMOR

  • Local: Teatro Villa-Lobos, Shopping Villa-Lobos

  • Endereço: Avenida Dra. Ruth Cardoso, 4777, Jardim Universidade Pinheiros, São Paulo (SP)

  • Temporada: de 12 de novembro a 20 de dezembro de 2026

  • Classificação etária: 14 anos

  • Duração: 90 minutos

Horários das sessões

  • Quintas e sextas-feiras, às 20h

  • Sábados, às 17h e às 20h

  • Domingos, às 18h

Não haverá apresentações nos dias 26 de novembro, 3, 10 e 17 de dezembro. Nos dias 29 de novembro e 6, 13 e 20 de dezembro, haverá sessões às 16h e às 19h.

Ingressos: a partir de R$ 25 (meia-entrada), com ingressos populares em todos os setores sujeitos à disponibilidade.

Pré-venda Nubank: 26 e 27 de outubro, com 20% de desconto. Após o período, o desconto será de 15%. O benefício não se aplica à meia-entrada nem aos ingressos populares. O limite é de quatro ingressos por CPF.

Venda geral: a partir de 28 de outubro.

Onde comprar: Sympla e bilheteria local.

A bilheteria funciona somente nos dias de apresentação, a partir de três horas antes de cada sessão. O shopping também conta com um totem de autoatendimento no quarto andar, em frente aos elevadores, disponível durante o horário de funcionamento, sem cobrança de taxa de conveniência.