E se a humanidade estiver sozinha no universo — e o maior perigo para sua sobrevivência for ela mesma? Essa é uma das perguntas de “Alien(nada): a Terra é uma adolescente e o Grande Filtro pode ser a autodestruição da humanidade”, monólogo que ocupa o Instituto Capobianco, em São Paulo, entre 9 e 11 de outubro.
Escrita e apresentada pela dramaturga e ufóloga Lívia Machado, a montagem parte do Paradoxo de Fermi, que questiona por que ainda não encontramos sinais de outras civilizações no universo, apesar da enorme quantidade de estrelas e planetas existentes.
A peça mistura teatro, pesquisa científica, audiovisual e ficção especulativa em um formato de palestra-performance. A ideia é usar o imaginário sobre extraterrestres para falar de assuntos bem terrenos, como tecnologia, morte, futuro, corpo e os caminhos que a humanidade está tomando.
Criado em parceria com o Núcleo do Olho, o espetáculo faz parte da pesquisa de Lívia Machado sobre a relação entre arte, tecnologia, comunicação e imaginários extraterrestres. O trabalho também dá continuidade ao laboratório “Sinestesia Alienígena”, realizado em setembro no próprio Instituto Capobianco.
A direção é de Bruna Betito, com dramaturgismo e interlocução cênica de Janaina Leite. A montagem conta ainda com visualidades de Paula Halker, iluminação de Marcus Garcia e Marina Meyer e videomapping de Vic Von Poser.
Serviço
Alien(nada): a Terra é uma adolescente e o Grande Filtro pode ser a autodestruição da humanidade
📅 9 a 11 de outubro
📍 Instituto Capobianco – Rua Álvaro de Carvalho, 97, Centro Histórico de São Paulo
⏰ Sexta e sábado, às 20h; domingo, às 18h
🎟️ R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) – ingressos pela Sympla
🔞 Classificação: 18 anos
⏱️ Duração: 75 minutos
O Café Capô, localizado no subsolo do Instituto, funciona às sextas e sábados, das 18h30 à 1h30, e aos domingos, das 16h30 às 23h30.
