A ELO STUDIOS anunciou um novo projeto que promete abrir espaço para um tema ainda pouco explorado no cinema: a menopausa. O longa “Garota” será estrelado por Giovanna Antonelli e aposta em uma narrativa que mistura humor, emoção e reflexão sobre recomeços.
À frente da direção está Rosane Svartman, conhecida por trabalhos como Vai na Fé e Bom Sucesso, enquanto o roteiro é assinado por Flávia Guimarães, a partir de argumento desenvolvido com Adriana Calabró — projeto que, inclusive, foi reconhecido pelo Selo ELAS Cabíria & Telecine.
Uma história sobre recomeços
Na trama, Giovanna vive Susana, uma mulher de 50 anos que vê sua vida virar de cabeça para baixo: perde o emprego, enfrenta os efeitos da menopausa e ainda lida com o etarismo no dia a dia.
Tudo muda quando ela passa a cuidar de uma cadelinha idosa — uma companhia inesperada que acaba funcionando como espelho emocional. A partir dessa relação, Susana revisita suas inseguranças, sua identidade e descobre que recomeçar pode ser menos sobre mudar tudo… e mais sobre se reconhecer de novo.
Tema necessário (e ainda pouco explorado)
O filme chega com uma proposta bem clara: colocar a menopausa no centro da narrativa, algo raro na cultura pop. A ideia não é só contar uma história, mas ampliar uma conversa que muita gente ainda evita — mesmo sendo uma fase natural da vida.
Segundo a direção, a escolha de Giovanna Antonelli foi quase inevitável, justamente pela força, carisma e pela forma como a atriz dialoga com temas ligados ao feminino ao longo da carreira.
Bastidores e produção
Além da direção e roteiro, o projeto conta com produção associada de Clelia Bessa e integra um line-up da ELO STUDIOS que vem apostando em histórias com impacto social, sem abrir mão do apelo popular.
O longa está atualmente em pré-produção e deve iniciar as filmagens ainda no primeiro semestre deste ano. Por enquanto, a data de estreia ainda não foi divulgada.
Por que ficar de olho?
Porque tem tudo pra ser aquele tipo de filme que mistura identificação com leveza — você ri, mas também sai pensando. E, convenhamos, já passou da hora de ver mais histórias sobre mulheres reais, em fases reais da vida, sem filtro e sem tabu.

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