Depois de dominar os charts e enfrentar o turbilhão da superexposição com Escândalo Íntimo (2023), Luísa Sonza decidiu que era hora de desacelerar e olhar para as raízes da música brasileira. A artista anunciou o lançamento de Bossa Sempre Nova (2026), seu quarto álbum de estúdio, totalmente dedicado ao gênero que a conectou a novas audiências com o hit "Chico".
O projeto não é apenas um flerte com o estilo, mas uma imersão profunda. Para isso, Luísa recrutou duas lendas vivas: Toquinho e Roberto Menescal. O disco conta com 13 regravações de hinos como "Águas de Março", "O Barquinho" e "Consolação", além de uma faixa autoral inédita.
A conexão com Menescal
A semente deste novo ciclo foi plantada na versão em inglês de "Chico", produzida por Menescal. A parceria fluiu de forma tão orgânica que resultou neste tributo completo.
“Eu sou realmente muito fã da Bossa Nova como um todo, não só dos artistas mas de todo o movimento”, revelou Luísa em entrevista à Noize. “Parece que não é da minha essência fazer uma coisa só.”
Edição Especial para Colecionadores
O álbum já está disponível em pré-venda exclusiva pelo Noize Record Club (NRC+). O kit para os fãs de vinil inclui:
LP simples preto.
Pôster exclusivo.
Livreto "Abecedário da Bossa Nova".
A venda avulsa já está aberta no site oficial do clube, com descontos especiais para assinantes.
Luísa Sonza na Bossa Nova: inovação necessária ou um caminho arriscado? Você acha que a voz dela combina com os clássicos de Tom e Vinicius? Deixe sua opinião nos comentários!

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