Você sabe quantos anos tem A Praça é Nossa? Veja quem já morreu e marcou época

 


No ar há quase quatro décadas, “A Praça é Nossa” é um daqueles raros programas que atravessaram gerações sem sair da televisão. Exibida pelo SBT desde os anos 80, a atração comandada por Carlos Alberto de Nóbrega virou tradição das noites de quinta-feira e ajudou a moldar o humor brasileiro como poucos formatos conseguiram.

Mas afinal: quantos anos tem A Praça é Nossa? E quais artistas que marcaram época no banco da praça já morreram?

Quantos anos tem A Praça é Nossa?

“A Praça é Nossa” estreou no SBT em 7 de maio de 1987. Em 2026, o programa completa 39 anos no ar, um feito histórico da televisão brasileira.

Antes disso, o formato já existia na TV Record com o nome “A Praça da Alegria”, nos anos 1950 e 60, apresentado por Manoel de Nóbrega, pai de Carlos Alberto. Ou seja, o conceito da “praça” tem mais de 70 anos de história, somando todas as versões.

Um banco que virou patrimônio da TV

Com personagens fixos, bordões eternizados e esquetes simples, o programa revelou e consolidou nomes que se tornaram ícones do humor nacional. Muitos deles seguem vivos na memória do público — mesmo após a morte.

Humoristas de A Praça é Nossa que já morreram

Ao longo dos anos, vários artistas que passaram pelo programa nos deixaram. Entre os mais lembrados estão:

  • Ronald Golias – um dos maiores nomes do humor brasileiro

  • Costinha – famoso pelo humor escrachado

  • Nair Bello – presença marcante em diversos quadros

  • Jô Soares – participou da fase inicial do formato

  • Jorge Loredo (Zé Bonitinho) – símbolo do humor caricato

  • Canarinho (José Carlos) – famoso pelo bordão “Tá certo ou não tá?”

  • Paulo Silvino – um dos rostos mais queridos do SBT

  • Rony Cócegas – humorista e roteirista

  • Batoré (Ivanildo Gomes Nogueira) – sucesso absoluto nos anos 90

  • Carlos Leite (Saracura) – presença constante na praça

A lista não é curta — e isso só reforça o tamanho do legado do programa.

Carlos Alberto: o elo entre gerações

Aos mais de 80 anos, Carlos Alberto de Nóbrega segue firme no comando da atração, tornando-se um dos apresentadores há mais tempo em atividade no mundo. Seu papel vai além da apresentação: ele é o fio condutor entre o humor clássico e as novas gerações de comediantes.


Um programa que virou memória afetiva

Mais do que audiência, “A Praça é Nossa” conquistou algo raro: memória afetiva. Pais, filhos e avós reconhecem os personagens, os bordões e o famoso banco da praça.

Quase 40 anos depois, “A Praça é Nossa” segue como prova de que o humor atravessa o tempo, se reinventa e continua sendo um dos maiores pontos de encontro do público com a televisão. E para quem gosta de revisitar momentos engraçados, personagens marcantes e rir com a memória afetiva do humor brasileiro, vale a pena também conferir a “Risospectiva Trambicast”, especial que reúne os momentos mais divertidos do ano e celebra justamente aquilo que programas como a Praça sempre entregaram: riso, leveza e conexão entre gerações.